Música do álbum CLOSE TO THE EDGE de 1972, com a melhor formação do grupo.
sábado, 19 de junho de 2010
YES - AND YOU AND I
Música do álbum CLOSE TO THE EDGE de 1972, com a melhor formação do grupo.
FOTO FANTÁSTICA

quinta-feira, 17 de junho de 2010
A Arena da Fifa Fan Fest EM COPACABANA!
O jogo era da França contra o México. Já previ que nos jogos do Brasil não dará nem pra botar o pé lá dentro, a não ser que se montasse um acampamento horas antes, o que me foi confirmado por um segurança que trabalha lá. Se na terça-feira foi assim, imagine domingo, contra Costa do Marfim? Ah, se for assim, melhor mesmo é ficar em casa, comendo e bebendo algo, sentado confortavelmente e sem chatos pra me encher os ouvidos com as "vuvuzelas" (que nome horroroso).
Conversei até com um norueguês, que fez juras de amor ao Brasil.
A fita de cor duvidosa é colocada em seu pulso na entrada da Arena, mas não lembro mais pra que ela servia, rssssss!!!
É um programa divertido e barato, vale conferir!
ARGENTINA CLASSIFICADA PARA AS OITAVAS!
HUMOR NO FUTEBOL

Quando Garrincha trabalhava no Instituto Brasileiro do Café, na Itália, um italiano lhe perguntou se o café do Brasil era bom mesmo. Mané respondeu: "Não sei, nunca tomo. Sei que o fino do Brasil é a cachaça."
Copa de 1966, Inglaterra. Mané Garrincha e o goleiro Manga dão um passeio em Londres, param num bar e Mané esnoba ao fazer o pedido: "Coofee and milk, please." O goleiro Manga se aborrece: "Ô Mané, entrei aqui pra tomar uma média. Esses pedidos caros aí serão por sua conta, viu?"
Ao preencher uma ficha para o clube que o contratou, o lateral Marinho Chagas esbarrou no item sexo. Decidido a demonstrar a nova faceta de responsável, escreveu: "Faço sim. Mas moderadamente e nunca na véspera dos jogos."
O jogador do Flamengo foi se consultar com um fisioterapeuta especializado em joelho. No prédio comercial, errou de sala e entrou na sala de um advogado. Ao ser atendido, explicou:
- Doutor, estou com uma dor terrível no meu joelho esquerdo.
Surpreso, o advogado responde: - Desculpe, mas só trato de Direito.
E o jogador se assusta:- Puxa, doutor! Vai ser especializado assim no raio que o parta!
terça-feira, 15 de junho de 2010
BRASIL ESTRÉIA COM GOLEADA NA CORÉIA!

segunda-feira, 14 de junho de 2010
HOLANDA E ITÁLIA ESTREIAM

Nossa querida Itália sentiu que o duelo contra os sul-americanos não é fácil não. O Paraguai esteve à frente no placar por um bom tempo, e foi difícil os italianos empatarem, e o fizeram graças ao De Rossi. Sem tirar o mérito do gol volante, o goleiro paraguaio falhou na saída. Mas jogar futebol também é saber aproveitar os erros do adversário, e eles devem passar fácil pela Eslováquia e Nova Zelândia. Ainda mais que o Pirlo deve jogar.

domingo, 13 de junho de 2010
A ARGENTINA ESTRÉIA!
COPA 2010 - A PRIMEIRA RODADA
quinta-feira, 10 de junho de 2010
COPA 2010 - Que vença o melhor

segunda-feira, 7 de junho de 2010
BRASIL 5 X 1 TANZÂNIA 0 Amistoso
Caso nosso paredão Júlio César tenha algum problema, foi bom saber que poderemos contar com o Gomes. Sim, porque o homem trabalhou pesado hoje, acreditem: pelo menos umas cinco defesas difíceis! Os tanzanianos não são mole, correm como se disputassem uma medalha olímpica de atletismo, e o Juan, coitado, voltando de inatividade fez o que pode para tentar contê-los. Poderiam ter feito pelo menos três gols... eta timinho enjoado, dessa seleção...! Como é que a Tanzânia não foi classificada para a Copa, meu Deus?? A Tanzânia, se disputasse o campeonato brasileiro - e, claro, desse uma arrumadinha na sua defesa - certamente se classificaria para a Libertadores da América, pois dificilmente ficaria abaixo da quinta colocação. Lembraram os camaroneses da Copa de 1990, uma revelação. Nem parecia que era o jogo de uma seleção que jamais disputou uma Copa do Mundo contra o país pentacampeão.
Fiquei superfeliz em ver que Robinho continua com fome de gol e o Kaká, que sempre procura jogo, se apresentou bem melhor no segundo tempo fazendo gol de peito. Podia ser até de canela, não importa porque isso ajudou a elevar ainda mais sua auto-estima. Torço para que ele seja o nosso maestro.
Só que nosso "fabuloso" solista Luís Fabiano anda meio desafinado. Ou ele está escondendo seu melhor jogo - espero que dê tempo para encontrá-lo contra a Coréia do Norte, no dia 15 - ou quer passar o solo para o Nilmar, que sempre entra com fome de bola. Lembrem-se que em Copa do Mundo é necessário ter um bom saldo de gols, pois conta como critério de desempate. E o fabuloso que coloque suas barbas de molho, pois não é só o Nilmar, temos o Ramires, que jogou e entrou muito bem, e até o esforçado Grafite querendo um lugarzinho ao sol africano. Fabiano, meio nervosinho, chegou a agredir gratuitamente um tanzaniano, dando-lhe um empurrão que ele quase foi parar nas gerais (se é que lá havia Geral). Aborrecido com o adversário ou com sua própria inoperância, por não conseguir justificar a camisa 9?
E sempre é bom ver o Daniel Alves jogar. Esse sim, é fabuloso! Daniel injeta vitamina de ânimo nos nossos canarinhos. Não é mais para esquentar banco. O Felipe Melo, como sempre exibindo seu peculiar repertório de botinadas, daqui a pouco estará trocando de camisa com ele.
Mais um gol que levamos em cobrança de córner... até hoje o jogador brasileiro não sabe como evitar esse tipo de jogada.. mas valeu pela alegria deles! Foi um gol tanzaniano para entrar para a história!
Agora, Dunga... um acerto aqui, outro ali... trocar umas duas peças e nossos canarinhos não farão feio daqui a uma semana. Estréia é aquela expectativa...!
Até lá!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
"Festival de Livros de Futebol que Assola o País"

quinta-feira, 3 de junho de 2010
AMISTOSO: BRASIL X ZIMBABWE
Uma das justificativas da comissão técnica para enfrentarmos adversários teoricamente fracos seria o fato de evitar lesões. No caso de ontem, jogamos com africanos em cujas veias correm o sangue de seus antepassados indígenas, bravos guerreiros que, para pleitear o cargo de chefe da tribo, precisavam mais do que dar um carrinho forte num leão da savana.
Ao ver a seleção do Zimbabwe entrar em campo, suas cores me lembraram do extinto Zaire, que enfrentamos em 1974, e curiosamente ganhamos também de 3 a 0. Mesmas cores, mesmo continente de origem e mesma mediocridade de futebol. Mas se eu pudesse voltar 36 anos atrás, como gostaria de poder contar em campo com um dos autores dos 3 gols na ocasião: Rivelino ou Jairzinho....!

No primeiro tempo foi um festival de passes errados que nem o mais obscuro e charlatão dos pais-de-santos teria dado. Nosso principal encarregado de fazer a rede balançar, Luís Fabiano, nem viu a cor da bola. Esse é um dos que, depois desse jogo, nem pode criticá-la tão abertamente como vários de nossos atletas brazucas têm feito com tanta veemência. Culpar a bola? Pelo amor de Deus, que coisa mais absurda!!! Nos tempos de Zico, Sócrates e Falcão você podia colocar no pé deles qualquer objeto que tivesse semelhança com o formato de figura esférica que eles faziam miséria!
Talvez um feiticeiro deva ter sentido orgulho de seu "trabalhinho de vudu tribal" para fazer as pernas de nossos craques(?) errarem tanto assim. Só que nunca deve ter ouvido falar na frase "se macumba ganhasse jogo o Campeonato Baiano terminaria sempre empatado", como dizia nosso filósofo boleiro Neném Prancha. Pelo menos durou alguns minutos, até Michel Bastos, desconhecido por muitos, fazer a bola quase romper a rede do goleiro africano com um míssil à meia distância quando faltavam poucos minutos para o término do primeiro tempo. Robinho, o que menos se poupava, se empolgou e fez o segundo, logo depois. Ele podia ter feito até mais, mas seus companheiros do Santos não vieram na bagagem da seleção e como muitos de nós, sentiu a falta deles.
Voltando ao vestiário com dois gols de vantagem, Dunga substituiu quase meio time de jogadores que atuam no exterior, cansados pelas temporadas disputadas, e fez entrar alguns como Daniel Alves, reserva de Maicon, lateral-direito na carteira de trabalho, mas que joga em todas as posições de defesa. E foi o próprio defensor que iniciou a jogada do terceiro e último gol, feito por Elano, já que nossos meias não municiavam nossos atacantes, que por sua vez não quiseram conversa com o gol. Será que Dunga não enxerga uma vaguinha de volante no time principal pro Daniel?
Se formos comparar aos amistosos paralelos jogados pela Alemanha, Argentina, Itália (caramba, acabaram de perder para o México pela primeira vez na vida!), Espanha e cia, até que não fomos mal. Mas a Copa do Mundo de verdade, pelo menos para nós, começará no jogo seguinte ao de Portugal. E até lá, torço para ver Daniel Alves como titular, Kaká totalmente recuperado e Luís Fabiano com fome e sede de gol.
E vamos torcer também para que em vez deles pedirem para a FIFA acertar a confecção da bola, que Dunga peça para eles acertarem mais os pés.
terça-feira, 25 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
Dicas de como fazer a redação nota 10!

RAIN/PAPERBACK WRITER - The Beatles - abril 1966
DISCOTECA BÁSICA DO BARÃO - Eletric Ladyland (Jimi Hendrix) 1968

Nunca no rock alguém foi tão pesado como Jimi Hendrix, nem mesmo os grupos rotulados como "heavy metal". O gênio que, firmando uma argamassa blues e hard construía os alicerces para o som de guitarra mais revolucionário de todos os tempos.
Qual um guerrilheiro, Hendrix arrancava da guitarra riffs detonadores de canhões, explosivos de amplificadores, colocando fogo literalmente nos instrumentos em quartos cheios de espelhos, onde conversava com Joe.
O mestre do blues pesado eletrônico não se considerava perfeito: " - Às vezes a música que escuto na minha mente, não consigo reproduzir na guitarra." E sua humildade era tão grande quanto sua técnica, a ponto de inusitadamente pedir que a divindade Eric Clapton, então na platéia de um de seus shows, subisse ao palco e o ajudasse a afinar uma guitarra.
Sua criatividade e intuição superava seus próprios limites e até mesmo seu pouco conhecimento de teoria musical ao dedilhar cordas com a ousadia de quem pedia licença para beijar o céu, o que aconteceu prematuramente ao completar 27 anos de idade, exatamente no instante em que a juventude tinha fome e sede de sua música e sua carreira estava no auge.
Audacioso a ponto de tocar em sua Stratocaster o Hino dos Estados Unidos da América em Woodstock, acompanhado de sons de bombas e metralhadoras feitos pela sua guitarra (seria em revolta à Guerra do Vietnã?) para um público já reduzido de um interminável festival, no qual ele fechava com chave de ouro. Outro artista jamais poderia fechar Woodstock: "podem ir embora se quiserem, faremos apenas uma jam-session". Quem ficou acabou assistindo uma de suas maiores apresentações na carreira.
James Marshall Hendrix, natural de Seattle (EUA) era um obcecado por eletrônica. Usava e abusava de pedais, cristais, acionava e entortava alavancas e transformava até microfonia em música.
Para quem menospreza a raça negra, que se conforme com o fato do maior da guitarra ter sido um negro, e outro que surgia na mesma época, também negro, reinava absoluto em outro departamento, e reina até hoje: Pelé. Os negros fantásticos e insuperáveis davam um tapa de luva de pelica na cara dos estúpidos racistas.
A bola nunca mais foi a mesma depois de Pelé. E a guitarra nunca mais foi a mesma depois de Jimi Hendrix, que não queria ser herói ou mártir, mas que jamais foi superado em sua arte.
Electric Ladyland é o terceiro e último álbum de estúdio do grupo The Jimi Hendrix Experience, integrado por ele, pelo baterista Mitch Mitchell e pelo baixista Noel Redding, e foi lançado em 1968. É considerado um dos maiores álbuns da história do rock.
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sábado, 15 de maio de 2010
Polêmicas (e detalhes) nas convocações da Seleção Brasileira desde 1930

Também pediam a convocação de Leônidas da Silva, mas este já contava com 36 anos de idade, e até do grande Heleno de Freitas, mas Heleno já mostrava sinais de desequilíbrio mental e se tornara um desafeto de Flávio Costa. Segundo o próprio Heleno, se ele estivesse dentro de campo na final, os uruguaios não teriam se criado.

Se Julinho tivesse ido, Mané Garrincha não teria aparecido para o mundo, pois o titular da ponta-direita era Joel, do Flamengo e consequentemente Garrincha não seria convocado. Garrincha estreou contra a URSS, arrasou na Suécia, ajudando nossa seleção a ser campeã mundial pela primeira vez.
1966 - A CBD achava justo que os campeões de 1958 e 1962 fossem tri em 1966. O tricampeonato era considerado "favas contadas", e foram convocados jogadores muito veteranos como Gilmar, Bellini, Djalma Santos, Orlando, Zito, e Mané Garrincha sofria demais com os problemas no joelho. Dos bicampeões, apenas Pelé foi convocado pelo que estava jogando. Foram deixados no Brasil ótimas promessas como Carlos Alberto Torres, Paulo Borges e Djalma Dias. Resultado: eliminados na primeira fase.
1970 - O Brasil vivia sua ditadurazinha particular, e o Presidente Médici, General do Exército, sugeria pela imprensa ao técnico João Saldanha a convocação de Dario, atacante do Atlético Mineiro. Saldanha, comunista e sem papas na língua, respondeu também pela imprensa que não dera palpite na escalação do ministério dele, então que Médici não se metesse na sua convocação. Foi apenas um estopim para tirar Saldanha. Logo depois, o resultado: Saldanha não convocou Dario, e foi demitido. Zagalo convocou Dario e manteve seu emprego até 1974. Brasil tricampeão, mas graças à base do time que Saldanha montara nas eliminatórias.
1974 - Novas caras brasileiras, novas e grandes seleções na Europa. A safra brasileira não era das melhores. Pelé, ainda em forma e com 33 anos, recusou a convocação; já havia se despedido da seleção em 1971. Apesar da imposição do governo militar brasileiro, o Rei não voltou atrás. Gérson, fora de forma, não foi convocado e Tostão, com problemas na visão, abandonara o futebol antes da Copa. Os três formavam o alicerce do time de 1970. Os remanescentes, Rivelino, Jairzinho e Paulo Cézar Caju não encontraram seu melhor futebol. Ademir da Guia, o divino, foi convocado mas só entrou na disputa do terceiro lugar contra a Polônia. Zagalo conseguiu um quarto lugar, e foi de bom tamanho.
1978 - O truculento Chicão, cabeça-de-área do São Paulo, foi chamado em vez do clássico Falcão, que mais tarde seria o Rei de Roma. Paulo Cézar Caju criticou as premiações baixas nas eliminatórias e fora cortado por indisciplina. O técnico Cláudio Coutinho, Capitão do Exército, improvisara o quarto-zagueiro Edinho na lateral-esquerda em vez de chamar o especialista Júnior, do Flamengo, que ainda não era o maestro, mas já sabia de tudo da posição. "Somos campeões morais", foi a clássica frase citada por Coutinho ao conseguir o terceiro lugar.
1982 - Telê Santana não quis um atacante especialista no setor direito, e o vai-e-vem do lateral Leandro, de uma linha de fundo a outra, era um trabalho para o Super-Homem. Aliás, tínhamos Tita no banco, que já jogava com Leandro no Flamengo, mas o teimoso técnico mineiro manteve a seleção "capenga" desse lado.
1986 - Revoltado com o corte do atacante Renato Gaúcho, Leandro não compareceu ao embarque para o México em solidariedade ao colega de farra, apesar das súplicas de Zico e Júnior, que foram à sua residência buscá-lo em cima da hora, em vão. Para seu lugar Telê Santana, pela segunda vez o técnico, convocou Josimar, lateral-direito do Botafogo, que fez dois golaços de fora da área: um contra a Irlanda do Norte e o outro contra a Polônia.
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Poucos sabem, mas Pelé, aos 45 anos de idade, se colocara à disposição de Telê para disputar essa Copa. O Rei queria ajudar Zico e companhia nem que fosse para jogar apenas um tempo ou alguns minutos, e não estava de brincadeira: falava sério. Considerando a atitude fora de propósito, Telê não levou em consideração o nobre e corajoso gesto do Rei Pelé.
1990 - Sebastião Lazaroni convocou apenas 10 jogadores que atuavam em clubes brasileiros. Dos titulares, apenas o goleiro Taffarel e depois Mauro Galvão e Ricardo Rocha jogavam no Brasil. Era uma época de grave crise financeira no país, então houve um grande êxodo de atletas para o exterior. Apesar de ainda estar em plena forma física e técnica, e ainda atuar no pesado futebol de areia, o maestro Júnior, com 36 anos de idade e já jogando no meio de campo, poderia ter evitado o fracasso da seleção, mas Lazaroni o deixou no Brasil. Pedidos para a convocação de Zico foram feitos, mas próprio Galinho não se considerava na forma física ideal para a disputa de um torneio tão importante. E "los hermanos" argentinos nos tiraram do páreo no quarto jogo.
1994 - A dupla Parreira-Zagallo, respectivamente técnico e coordenador técnico da Seleção, só convocou Romário no último jogo das eliminatórias, cedendo à pressão nacional. E fez bem em ceder: Romário fez os dois gols contra o Uruguai na última partida, garantiu a seleção na Copa, o Brasil foi tetracampeão e o baixinho, peça fundamental na conquista, foi eleito o melhor jogador do mundo no ano.
1998 - Apenas oito jogadores brasileiros dos 22 convocados atuavam em clubes do país. Romário foi convocado a princípio mesmo lesionado, pois os médicos achavam que a contusão na panturrilha ficaria curada a tempo do baixinho estrear nos gramados franceses... mas não deu para disputar sua terceira Copa. O volante Emerson foi chamado para substituí-lo.
Foi nessa Copa a estréia de Ronaldo Fenômeno (havia sido convocado em 1994, mas nem entrou em campo) e o mundo presenciou a França campeã pela primeira vez, numa partida contra o Brasil, em cujos bastidores surgiram histórias envolvendo Ronaldo, a CBF e seu contrato com a Nike, que até hoje estão mal contadas.
2002 - A imprensa pressionava; o povo pedia; até o presidente da CBF Ricardo Teixeira fez lobby para a convocação de Romário para essa Copa. O próprio apelou via lágrimas em cadeia nacional que queria disputar seu derradeiro Mundial. Mas o técnico Felipão foi firme e preferiu levar Edilson Capetinha, Luisão, Denílson, Rivaldo, e os Ronaldos (o Fenômeno e o Gaúcho) como opções para o ataque. O baixinho ficou no Brasil, mas Ronaldo Fenômeno, após meses e meses em tratamento no joelho, deu a volta por cima e tornou-se artilheiro com 8 gols na Copa em que fomos Pentacampeões.
2006 - Junto com a convocação mais recente, da seleção de 2010, essa se iguala em número de brasileiros atuantes em seus times no país. Apenas 3: Rogério Ceni e Mineiro (ambos do São Paulo FC - este último chamado para o lugar de Edmilson, do Barcelona, por contusão), e Ricardinho (Corinthians). Para 2010, irão Gilberto (Cruzeiro), Kleberson (Flamengo) e Robinho (Santos)
2010 - Já falei em post anterior que não se deve abrir mão de verdadeiros talentos (leia-se Paulo Henrique Ganso e Neymar) para uma disputa tão importante, valendo o título mundial.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
DISCOTECA BÁSICA DO BARÃO - LET IT BLEED (ROLLING STONES) - Dezembro de 1969
Download - http://www.filestube.com/f7478ffe2e6d319103e9,g/THE-ROLLING-STONES-1969-Let-It-Bleed.html
O famoso e lendário "disco do bolo" fazia parecer com que os Stones estivessem comemorando uma nova era em suas carreiras, e por que não dizer: na música popular. Nessa época, seus "arqui-rivais" Beatles estavam começando a se retirar de cena, e parecia que não haveria mais ninguém a lhes fazer sombra. Havia a ascenção do rock progressivo e grupos como The Who e Led Zeppelin, mas os veteranos Stones, contemporâneos dos Beatles, já estavam na estrada há seis anos.
DIVISOR DE ÁGUAS
Esse é o verdadeiro e definitivo divisor de águas da carreira dos Stones, porque marca a última participação em estúdio do já quase moribundo fundador da banda, Brian Jones, e a primeira de seu sucessor, o jovem e virtuoso Mick Taylor. O curioso é que ambos participaram de duas músicas cada um.
O MAESTRO KEITH
A princípio parece uma continuação do trabalho anterior "Beggar's Banquet", seguindo a mesma linha musical, ambos recheados de blues, as raízes da banda, e ambos sob a batuta do grande maestro-guitarrista Keith Richards, e com clássicos como "Gimme Shelter", "Love in Vain"(Robert Johnson) e "Midnight Rambler" que só a guitarra de Richards saberia ter produzido e que só o vocal de Mick Jagger saberia ter reproduzido. Os Rolling Stones atravessavam sua melhor fase passando pela produção de quatro álbuns absolutamente geniais, pois logo após viriam ao mundo "Stick Fingers" e "Exile on Main St.", atravessando a década de 60 para 70 em grande estilo.
Até hoje os Stones incluem em seu repertório de turnês os clássicos de "Let It Bleed" e também de "Beggar's Banquet", "Stick Fingers" e "Exile on Main St.", causando grande apoteose em suas apresentações, e qualquer uma dessas quatro obras-primas do rock poderiam constar, sem problema algum na DISCOTECA BÁSICA DO BARÃO.
Let it Bleed fechava a década de 60 com chave de ouro, e também era uma prévia do que os Stones ainda iriam aprontar na década seguinte.
Até a próxima!


